Ruby (linguagem de programação)





Disambig grey.svg Nota: Para outros significados, veja Ruby.































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































Ruby

Logotipo do Ruby

Paradigma

Multiparadigma
Surgido em

1995
Última versão
2.6.0 (25 de dezembro de 2018; há 11 meses[1])
Criado por

Yukihiro Matsumoto

Estilo de tipagem:
dinâmica, forte
Dialetos:
YARV, Ruby MRI, JRuby, Rubinius, IronRuby, MacRuby e HotRuby, RGSS
Influenciada por

Ada, CLU, Dylan, Eiffel, Lisp, Perl, Python, Scheme, Smalltalk
Influenciou

linguagem D,[2]Falcon, Fantom, Groovy, Ioke, Nu

Licença:
Dupla: Ruby License / FreeBSD License[3]

Extensão do arquivo:
.rb

Página oficial

www.ruby-lang.org

Ruby é uma linguagem de programação interpretada multiparadigma, de tipagem dinâmica e forte, com gerenciamento de memória automático, originalmente planejada e desenvolvida no Japão em 1995, por Yukihiro "Matz" Matsumoto, para ser usada como linguagem de script. Matz queria uma linguagem de script que fosse mais poderosa do que Perl, e mais orientada a objetos do que Python.[4] Ruby suporta programação funcional, orientada a objetos, imperativa e reflexiva. Foi inspirada principalmente por Python, Perl, Smalltalk, Eiffel, Ada e Lisp, sendo muito similar em vários aspectos a Python.[5] Ruby está entre as 10 linguagens mais populares, de acordo com uma pesquisa conduzida pela RedMonk.[6]


A implementação 1.8.7 padrão é escrita em C, como uma linguagem de programação de único passe.[7] Não há qualquer especificação da linguagem, assim a implementação original é considerada de fato uma referência. Atualmente, há várias implementações alternativas da linguagem, incluindo YARV, JRuby, Rubinius, IronRuby, MacRuby e HotRuby, cada qual com uma abordagem diferente, com IronRuby,[8] JRuby[9] e MacRuby[10] fornecendo compilação JIT e, JRuby[9] e MacRuby[10] também fornecendo compilação AOT. A partir das séries 1.9 em diante Ruby passou a utilizar por padrão a YARV (Yet Another Ruby VirtualMachine) substituindo a Ruby MRI (Matz's Ruby Interpreter).[11]




Índice






  • 1 História


    • 1.1 Etimologia




  • 2 Características


    • 2.1 Tipos de dados


    • 2.2 Declaração de variáveis




  • 3 Exemplos de código


    • 3.1 Programa Olá Mundo


    • 3.2 Strings


    • 3.3 Coleções


      • 3.3.1 Array


      • 3.3.2 Hash




    • 3.4 Blocos e iteradores


    • 3.5 Classes


      • 3.5.1 Classes abertas


      • 3.5.2 Herança




    • 3.6 Modules


    • 3.7 Tratamento de exceções


    • 3.8 Ruby para administradores de sistemas




  • 4 Repositórios e bibliotecas


  • 5 Ver também


  • 6 Referências


  • 7 Ligações externas





História |





Yukihiro Matsumoto, criador da linguagem Ruby


A linguagem Ruby foi concebida em 24 de fevereiro de 1993 por Yukihiro Matsumoto, que pretendia criar uma nova linguagem que balanceava programação funcional com a programação imperativa.[5] Matsumoto afirmou: "Eu queria uma linguagem de script que fosse mais poderosa do que Perl, e mais orientada a objetos do que Python. É por isso que eu decidi desenvolver minha própria linguagem.".[4]


Após o lançamento do Ruby 1.3 em 1999, iniciou-se a primeira lista de discussão em inglês chamada Ruby-Talk,[12] marcando um interesse crescente na linguagem fora do Japão. Em setembro de 2000, o primeiro livro em inglês, Programming Ruby, foi impresso, sendo mais tarde liberado gratuitamente para o público, ajudando no processo de adoção de Ruby por falantes do inglês.[4]


Por volta de 2005, o interesse pela linguagem Ruby subiu em conjunto com o Ruby on Rails, um framework de aplicações web popular escrito em Ruby. Rails é frequentemente creditada como a aplicação que tornou Ruby "famosa" e a associação é tão forte que ambos são muitas vezes confundidos por programadores que são novos a Ruby.[13]


Até a versão 1.9.2-p290, a linguagem era lançada sob a licença dupla Ruby License / GNU General Public License. A partir da versão 1.9.3-p0, passou a ser lançada sob a licença dupla Ruby License / FreeBSD License (também conhecida como 2-clause BSDL).[14][3] A partir da versão 2.1.0, o projeto passou a utilizar versionamento semântico.[15] Suporte oficial para a versão 1.9.3 foi encerrado em 23 de fevereiro de 2015.[16]



Etimologia |


O nome Ruby foi decidido durante uma sessão de bate-papo online entre Matsumoto e Keiju Ishitsuka em 24 de fevereiro de 1993, antes que qualquer linha de código tivesse sido escrita para a linguagem.[17] Inicialmente foram propostos dois nomes: "Coral" e "Ruby", sendo esse último nome proposto escolhido mais tarde por Matz em um e-mail para Ishitsuka.[18] Matsumoto explicou mais tarde que o motivo de ter escolhido o nome "Ruby" foi porque essa era a pedra zodiacal de um de seus colegas.[19]



Características |


Uma série de características foram definidas para atender às propostas do Ruby:



  • Todas as variáveis são objetos, onde até os "tipos primitivos" (tais como inteiro, real, entre outros) são classes

  • Métodos de geração de código em tempo real, como os "attribute accessors"

  • Através do RubyGems, é possível instalar e atualizar bibliotecas com uma linha de comando, de maneira similar ao APT do Debian Linux


  • Code blocks (blocos de código) passados como parâmetros para métodos; permite a criação de clausuras


  • Mixins, uma forma de emular a herança múltipla

  • Tipagem dinâmica, mas forte. Isso significa que todas as variáveis devem ter um tipo (fazer parte de uma classe), mas a classe pode ser alterada dinamicamente


Ruby está disponível para diversas plataformas, como Microsoft Windows, Linux, Solaris e Mac OS X, além de também ser executável em cima da máquina virtual Java (através do JRuby) e da máquina virtual Microsoft .NET (através do IronRuby).



Tipos de dados |


Não existem "tipos primitivos" em Ruby; todos os tipos são classes:



  • Object é a classe mãe de todas as outras classes em Ruby


    • Numeric é uma classe abstrata que representa números


      • Integer é uma classe que representa números inteiros


        • Fixnum representa números inteiros de precisão fixa


        • Bignum representa números inteiros de precisão infinita, dependente apenas da memória disponível




      • Float é uma classe que representa números de ponto flutuante (números reais)




    • String uma cadeia de caracteres. Pode ser delimitado por apóstrofes (') ou aspas ("). Tudo o que há entre apóstrofes é interpretado literalmente, entre aspas o programador deve se utilizar de símbolos para representar caracteres específicos, como em C. Exemplos: 'azul', "anbnc"


    • Symbol é semelhante a uma string, mas dois símbolos iguais possuem o mesmo endereço de memória, sendo assim é ótimo para se utilizar como índice numa Hash. Porém, devido à sua natureza, o coletor de lixo do Ruby não os elimina. É definido com um sinal de dois pontos (:), por exemplo, :nome


    • Array são arrays dinâmicos, que podem ser usados para representar matrizes e vetores. É delimitado por colchetes () e cada valor é separado por vírgula. Exemplo: [4, 'azul', :termometro]


    • Hash representa um vetor associativo, e, assim como as Arrays, é dinâmica. É delimitada por chaves ({}), e o índice precede o valor com um sinal '=>'. Exemplo: {:controller => 'user', :action => 'index'}. Qualquer objeto pode ser um índice, mas os mais usados são as Strings e os Symbols


    • Regexp representa expressões regulares, delimitadas por //. Funciona de forma semelhante a Perl. Exemplo: /a|ae/




Declaração de variáveis |


Um objeto em Ruby é declarado com uma atribuição comum:


class Carro
@@marcas = [ "Ford", "GM", "Fiat", "VW" ]
end

Uma variável local é declarada normalmente. Uma variável de instância é declarada com um "@" no nome. Uma variável de classe é declarada com "@@", e uma variável global é declarada com "$". Variáveis que iniciam com uma letra maiúscula são consideradas constantes.


class A
@@contexto = "classe"

def initialize
@contexto = "instância"
end

def contexto
@contexto
end

def A.contexto
@@contexto
end
end

a = A.new
a.contexto # >> "instância"
A.contexto # >> "classe"


Exemplos de código |



Programa Olá Mundo |



Ver artigo principal: Programa Olá Mundo

puts "Olá, Mundo!"


Strings |


Há uma variedade de métodos para definir strings em Ruby. As definições a seguir são equivalentes e suportam interpolação:


a = "nIsto é uma string de aspas duplasn"
a = %Q{nIsto é uma string de aspas duplasn}
a = %{nIsto é uma string de aspas duplasn}
a = %/nIsto é uma string de aspas duplasn/
a = <<BLOCO

Isto é uma string de aspas duplas
BLOCO

O código a seguir define duas strings "cruas" que são equivalentes:


a = 'Isto é uma string de aspas simples'
a = %q{Isto é uma string de aspas simples}


Coleções |



Array |


a = [1, 'oi', 3.14, 1, 2, [4, 5]]

a[2] # => 3.14
a.reverse # => [[4, 5], 2, 1, 3.14, 'oi', 1]
a.flatten.uniq # => [1, 'oi', 3.14, 2, 4, 5]
a.push(23) # a = [1, 'oi', 3.14, 1, 2, [4, 5], 23]
a << 22 # a = [1, 'oi', 3.14, 1, 2, [4, 5], 23, 22]


Hash |


hash = {'água' => 'molhada', 'fogo' => 'quente'}
puts hash['fogo'] # "quente"

hash.each_pair do |chave, valor|
puts "#{chave} é #{valor}"
end

# Imprime:

# água é molhada
# fogo é quente

hash.delete_if {|chave, valor| chave == 'água'} # Apaga 'água' => 'molhada'


Blocos e iteradores |


Blocos de código (ou code blocks) são trechos de código que são passados como parâmetros para métodos. Blocos são extremamente usados em Ruby.


class Paises
@paises = ["Argentina", "Brasil", "Paraguai", "Uruguai"]

def self.each
for pais in @paises
yield pais
end
end
end

Paises.each do |pais|
puts "Olá, #{pais}!"
end

Iterando em arrays usando blocos:


array = [1, 'oi', 3.14]

array.each do |item|
puts item
end
# => 1
# => 'oi'
# => 3.14

# Equivalente, usando chaves:
array.each { |item|
puts item
}
# => 1
# => 'oi'
# => 3.14

Em Ruby, a estrutura de repetição for é apenas açúcar sintático para acessar o método each, existente em iteratores.


array = [1, 'oi', 3.14]

for item in array
puts item
end

# => 1
# => 'oi'
# => 3.14

Blocos funcionam com muitos métodos padrão; no exemplo a seguir, o uso de blocos com arquivos:


File.open('arquivo.txt', 'w') do |arquivo|
for i in (1..3) do
arquivo.puts 'Olá, Mundo!'
end
end # O arquivo é fechado automaticamente aqui

File.readlines('arquivo.txt').each do |linha|
puts linha
end

# => Olá, Mundo!
# => Olá, Mundo!
# => Olá, Mundo!

Criando uma função anônima:


proc {|arg| print arg}
Proc.new {|arg| print arg}
lambda {|arg| print arg}


Classes |


O código a seguir define uma classe chamada Pessoa. Além de initialize, o construtor para criar novos objetos, essa classe tem dois métodos: um que sobre-escreve o operador de comparação > (maior), e sobre-escreve o método to_s (assim o comando puts pode formatar a saída). Aqui attr_reader é um exemplo de metaprogramação em Ruby: attr_reader define o método getter, attr_writer define o método setter, e attr_accessor define ambos. Em Ruby, todos os atributos são privados e todos os métodos públicos, por padrão. Ruby permite definir opcionalmente o tipo de acesso usando três palavras-chave: public (público), private (privado) e protected (protegido). Ruby não suporta sobrecarga de métodos, mas suporta argumentos padrão, que podem ser utilizados para o mesmo fim. Também, o último comando em um método é considerado o seu valor de retorno, permitindo a omissão de um explícito return.


class Pessoa
attr_reader :nome, :idade

def initialize(nome = "Desconhecido", idade)
@nome, @idade = nome, idade
end

def >(pessoa)
idade > pessoa.idade ? true : false
end

def to_s # Método usado pelo método puts() para formatar a saída
"#{@nome} (#{@idade} anos)"
end
end

pessoas = [
Pessoa.new("Ricardo", 19),
Pessoa.new(idade = 25)
]

puts pessoas[0]
puts pessoas[1]
puts pessoas[0] > pessoas[1] # O mesmo que: pessoas[0].>(pessoas[1])

O código acima irá imprimir:


Ricardo (19 anos)
Desconhecido (25 anos)
false


Classes abertas |


Em Ruby, as classes nunca são fechadas: você pode sempre adicionar novos métodos a uma classe. Isso se aplica tanto para classes criadas por você, quanto para as classes padrão. Um exemplo simples de adição de um novo método a classe padrão String:


class String
def iniciais
ini = String.new

for nome in self.split do
ini += nome[0]
end

return ini
end
end

puts "Ricardo Silva Veloso".iniciais # Imprime RSV


Herança |


Ruby não suporta herança múltipla. Ao invés disso, Ruby usa Mixins para emular herança múltipla:


class Pessoa < Mamifero # Herança de Mamifero
include Humano # Emulando herança múltipla
end

No exemplo acima, "Humano" é um módulo (module).



Modules |


Além das classes normais, Ruby possui os "Modules", que são classes de classes, permitindo espaço de nomes:


module Humano
class Classe1
def info
"#{self.class} (##{self.object_id}): #{self.to_s}"
end
end
end


Tratamento de exceções |


Como a maioria das linguagens modernas, Ruby também possui suporte para tratamento de exceção. As palavras-chave para isto são "begin", "rescue" e "ensure". "Begin" inicia um trecho que pode cair em alguma exceção (opcional), "Rescue" determina o comportamento em caso de uma exceção específica ou não e, "Ensure" é o código que será executado independente de ter havido exceção ou não.


begin
# Faça algo
rescue
# Trata alguma exceção
else
# Faça isto se nenhuma exceção for lançada
ensure
# Faça isto se alguma ou nenhuma exceção for lançada
end


Ruby para administradores de sistemas |


A maioria dos administradores de sistemas Unix utilizam Perl ou Shell Script como ferramenta para resolver os problemas. Mas é possível usar Ruby e Python para os mesmos fins. Abaixo o exemplo de um pequeno script que verifica se serviços web em execução na porta 80 estão ativos.


require 'net/http'

File.open("hosts.txt", "r").each_line do | host |
conexao = Net::HTTP.new(host.chomp, 80)
resposta, conteudo = conexao.get("/", nil)

if resposta.code.to_i > 400
# aqui vai a rotina pra enviar email...
end
end


Repositórios e bibliotecas |


Ruby possui repositórios de bibliotecas disponíveis em sites como Ruby Forge e The Ruby Toolbox; um bastante popular, Ruby Application Archive (RAA), foi descontinuado em agosto de 2013.[20] Existe, ainda, uma ferramenta de instalação de bibliotecas, chamada RubyGems, semelhante aos gerenciadores de pacotes do Linux, como o APT.


Muitos projetos foram movidos para o GitHub, focado em Git, que tinha suporte nativo ao empacotamento do RubyGems. Porém, esse serviço de empacotamento foi descontinuado, em prol de Jeweler e Gemcutter.[21]


O projeto mais famoso desenvolvido em Ruby é o meta-framework Ruby on Rails.



Ver também |



  • Fantom

  • Lisp

  • Perl

  • Python

  • Ruby on Rails

  • Lista de linguagens de programação



Referências




  1. ↑ «Ruby 2.6.0 Released» (em inglês). www.ruby-lang.org. 25 de dezembro de 2018. Consultado em 12 de janeiro de 2019 


  2. ↑ «Intro - D Programming Language 1.0 - Digital Mars». Digital Mars. Consultado em 21 de outubro de 2014. D is a systems programming language. Its focus is on combining the power and high performance of C and C++ with the programmer productivity of modern languages like Ruby and Python. 


  3. ↑ ab Yukihiro Matsumoto (31 de outubro de 2011). «License» (em inglês). www.ruby-lang.org. Consultado em 19 de novembro de 2011 


  4. ↑ abc «An Interview with the Creator of Ruby» (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2010 


  5. ↑ ab «About Ruby» (em inglês). ruby-lang.org. Consultado em 22 de maio de 2010 


  6. ↑ O'Grady, Stephen (7 de março de 2018). «The RedMonk Programming Language Rankings: January 2018» (em inglês). RedMonk. Consultado em 13 de março de 2018 


  7. ↑ «Why Rubinius Matters to Ruby's Future» (em inglês). Consultado em 25 de junho de 2010 


  8. ↑ «IronRuby Unleashed: An Interview with Shay Friedman» (em inglês). Consultado em 25 de junho de 2010 


  9. ↑ ab «JRuby Compiler» (em inglês). Consultado em 25 de junho de 2010 


  10. ↑ ab «The MacRuby Blog» (em inglês). Consultado em 25 de junho de 2010 


  11. ↑ «Yarv» (em inglês). Consultado em 25 de junho de 2010 


  12. ↑ «Mailing Lists» (em inglês). ruby-lang.org. Consultado em 6 de julho de 2010 


  13. ↑ «Web Development: Ruby on Rails» (em inglês). Consultado em 3 de junho de 2010 


  14. ↑ Yukihiro Matsumoto (31 de outubro de 2011). «1.9.3.0 NEWS» (em inglês). www.ruby-lang.org. Consultado em 19 de novembro de 2011 


  15. ↑ «Semantic Versioning starting with Ruby 2.1.0» (em inglês). www.ruby-lang.org. 21 de dezembro de 2013. Consultado em 14 de janeiro de 2014 


  16. ↑ «Support for Ruby version 1.9.3 will end on February 23, 2015» (em inglês). www.ruby-lang.org. 10 de janeiro de 2014. Consultado em 14 de janeiro de 2014 


  17. ↑ «History of Ruby» (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2010 


  18. ↑ «"The decisive moment of the language name Ruby" - Email from Hiroshi Sugihara to ruby-talk» (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2010 


  19. ↑ «"Re: the name of Ruby?" - Email from Yukihiro Matsumoto to ruby-talk» (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2010 


  20. ↑ «We retire raa.ruby-lang.org» (em inglês). 8 de agosto de 2013. Consultado em 8 de outubro de 2013 


  21. ↑ «Gem Building is Defunct» (em inglês). 8 de outubro de 2009. Consultado em 15 de julho de 2010 



Ligações externas |




  • Sítio oficial (em japonês, em inglês e em português)


  • Ruby no GitHub


  • Experimente Ruby online (em inglês)


  • Ruby no DMOZ



















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