Macaíba





Disambig grey.svg Nota: Para pela Acrocomia aculeata ou Acrocomia intumescens, veja Macaúba.
























































































Município de Macaíba

Avenida Jundiaí, no cruzamento com a BR-304.

Avenida Jundiaí, no cruzamento com a BR-304.











Bandeira de Macaíba


Brasão de Macaíba


Bandeira

Brasão


Hino

Aniversário
27 de outubro
Fundação

27 de outubro de 1877 (141 anos)

Gentílico

macaibense

Prefeito(a)
Fernando Cunha Lima Bezerra (PSD)
(2017 – 2020)
Localização

Localização de Macaíba

Localização de Macaíba no Rio Grande do Norte


Macaíba está localizado em: Brasil


Macaíba


Localização de Macaíba no Brasil

05° 51' 28" S 35° 21' 14" O05° 51' 28" S 35° 21' 14" O

Unidade federativa

Rio Grande do Norte

Mesorregião

Leste Potiguar IBGE/2008[1]

Microrregião

Macaíba IBGE/2008[1]

Região metropolitana

Natal
Municípios limítrofes

Natal, Parnamirim, São José de Mipibu, Vera Cruz, Bom Jesus, São Pedro, Ielmo Marinho, São Gonçalo do Amarante e Boa Saúde
Distância até a capital
14 km
Características geográficas

Área
512,487 km² [2]

População
76 801 hab. (RN: 5º) –  IBGE/2014[3]

Densidade
149,86 hab./km²

Clima
Tropical

Fuso horário

UTC−3
Indicadores

IDH-M
0,64 (RN: 31°) – médio PNUD/2010 [4]

PIB

R$ 608 621,296 mil IBGE/2008[5]

PIB per capita

R$ 9 311,69 IBGE/2008[5]
Página oficial

Prefeitura

www.prefeiturademacaiba.com.br

Macaíba é um município brasileiro situado no estado do Rio Grande do Norte. Localiza-se às margens do Rio Jundiaí a 14 km da capital estadual, Natal, do qual integra a região metropolitana. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), sua população é de mais de setenta mil habitantes, distribuídos numa área territorial de 512 km².


Seu principal destino turístico é o Solar Ferreiro Torto, um marco histórico, que remonta ao ano de 1614, quando era conhecido por Engenho Potengi.[6]


Como pontos históricos destacam-se Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a Capela de São José (mais antiga da cidade), o Solar da Madalena, a Capela da Soledade, a casa onde nasceu Henrique Castriciano, o Obelisco Augusto Severo, o Casarão dos Guararapes e o Solar Caxangá.




Índice






  • 1 Etimologia


  • 2 História


  • 3 Geografia


    • 3.1 Clima




  • 4 Política


  • 5 Bibliografia


  • 6 Ver também


  • 7 Referências


  • 8 Ligações externas





Etimologia |


O termo Macaíba vem do tupi makaîuba "macaúba", referindo-se à palmeira Acrocomia intumescens.[7]



História |


O nome Macaíba foi dado por Fabrício Gomes Pedroza (fundador de Macaíba e detentor de uma das maiores fortunas do Rio Grande do Norte[8]) em 26 de outubro de 1855. Sua primeira denominação foi Coité, referência à predominância desse tipo de vegetação no local.[6] As boas condições do solo e o clima com pluviosidade favorável propiciaram o desenvolvimento da atividade agropecuária.[6]


Sua posição estratégica, a caminho de Natal, impulsionou o comércio. O posterior advento das linhas ferroviárias, no entanto, reduziu a importância de sua economia.


De seu território desmembraram-se os municípios de São Paulo do Potengi, São Gonçalo do Amarante e parte de São Tomé.[6]



Geografia |




Macaíba e municípios limítrofes.


Macaíba está localizado na mesorregião do Leste Potiguar e microrregião homônima,[1] a uma altitude média de onze metros acima do nível do mar, distante 14 km de Natal, capital estadual. Com uma área territorial de 510,711 km²,[2] integra a Região Metropolitana de Natal, limitando-se com os municípios de São Gonçalo do Amarante e Ielmo Marinho a norte; Boa Saúde, Vera Cruz e São José de Mipibu a sul; Natal e Parnamirim a leste; Ielmo Marinho, São Pedro e Bom Jesus a oeste.[9]


O relevo de Macaíba, com altitudes inferiores a cem metros, está inserido na depressão sublitorânea, entre os tabuleiros costeiros e o Planalto da Borborema; na planície fluvial, situada nos vales do rios; e nos tabuleiros costeiros ou planaltos rebaixados. O município está situado em área de abrangência dos terrenos que compõem o embasamento cristalino, formados durante o período Pré-Cambriano médio, com idade entre um bilhão e 2,5 bilhões de anos, além do Grupo Barreiras, de Idade Terciária, há cerca de sete milhões de anos. Geomorfologicamente, predominam formas tabulares de relevos, separados por vales de fundo plano.[9]


O tipo de solo predominante é o latossolo vermelho-amarelo distrófico, de textura média pouco fértil, com alto grau de porosidade e grande profundidade, característico das áreas de relevo plano; e o argissolo, mais especificamente o solo podzólico vermelho amarelo, semelhante ao latossolo, mas com um grau de drenagem menor, de imperfeito a moderado.[9] Há também os neossolos (areias quartzosas), planossolos e os solos indiscriminados de mangue.[10]


Macaíba possui grande parte do seu território inserido na bacia hidrográfica do rio Potenji, além da bacia do rio Piranji, sendo cortado pelos rios Grande e Jundiaí. Também passam pelo território municipal os riachos Água Vermelha, Lamarão, Taborda e do Sangue. As principais lagoas são: dos Cavalos, Grande e do Sítio. Os principais reservatórios, com capacidade igual ou superior a 100 000 m³ de água, são Bêbado (108 000 m³), Cana Brava (100 000 m³) e Jambeiro (100 000 m³). A vegetação é formada pela floresta subcaducifólia, cujas espécies ficam sem folhas no período da estação seca, além dos manguezais, com espécies adaptadas a solos permanentemente inundados.[9]



Clima |


O clima macaibense é o tropical chuvoso, do tipo Aw na classificação climática de Köppen-Geiger). A temperatura média anual é de aproximadamente 26 °C (média máxima de 31 °C e mínima de 21 °C), chegando a 32 °C nos meses mais quentes e podendo cair até para abaixo de 20 °C nos meses mais frios. As precipitações ocorrem sob a forma de chuva, concentradas entre os meses de março e julho, com índice pluviométrico médio de 1 134 milímetros (mm) por ano, sendo abril o mês de maior precipitação (194 mm).[11] O tempo aproximado de insolação é de 2 700 horas/ano,[9] com umidade relativa do ar média de 74%.[12] Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre 1961 e 1963 a menor temperatura registrada em Macaíba foi de 16 °C em 12 de agosto de 1961,[13] e a maior atingiu 34,7 °C em 11 de janeiro de 1963;[14] o índice mais baixo de umidade relativa do ar ocorreu na tarde em 12 de dezembro de 1962, de 44%.[15]










































































Maiores acumulados de precipitação em 24 horas registrados
em Macaíba por meses (EMPARN, 1912-presente)[16]
Mês
Acumulado
Data

Ref
Mês
Acumulado
Data

Ref
Janeiro
125,4 mm
26/01/2004
[17] Julho
155,4 mm
01/07/2000
[18]
Fevereiro
112,4 mm
28/02/1917
[19] Agosto
121,8 mm
08/08/2008
[20]
Março
104,6 mm
08/03/2002
[21] Setembro
82,3 mm
04/09/2013
[22]
Abril
168 mm
03/04/1997
[23] Outubro
50 mm
25/10/1955
[24]
Maio
166,8 mm
15/05/2013
[22] Novembro
42 mm
16/11/2006
[25]
Junho
185,5 mm
09/06/2008
[26] Dezembro
50 mm
21/12/1943
[27]

Conforme dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), desde 1912 o maior acumulado de precipitação em 24 horas registrado em Macaíba foi de 185,5 mm em 9 de junho de 2008.[26] Outros grandes acumulados foram 182 mm em 24 de junho de 1912,[28] 168 mm em 3 de abril de 1997,[23] 166,8 mm em 15 de maio de 2013,[22] 156 mm em 16 de junho de 2008,[26] 155,4 mm em 1° de julho de 2000,[18] 143,5 mm em 2 de julho de 2008,[26] 138,2 mm em 13 de maio de 1961,[29] 135,2 mm em 26 de junho de 2012,[30] 134,5 mm em 22 de maio de 1935,[31] 134 mm em 2 de maio de 1997,[23] 125,4 mm em 26 de janeiro de 2004,[17] 121,8 mm em 8 de agosto de 2008,[20] 121 mm em 17 de janeiro de 2009,[32] 120 mm em 7 de abril de 1985,[33] 117,6 mm em 13 de junho de 1913,[34] 112,4 mm nos dias 28 de fevereiro de 1917[19] e 18 de maio de 2013,[22] 110 mm em 17 de junho de 1986,[35] 108,7 mm em 15 de junho de 2014,[36] 104,6 mm em 8 de março de 2002,[21] 103,5 mm em 26 de agosto de 2009,[37] 102,5 mm em 14 de abril de 1986[38] e 100,8 mm em 6 de março de 1960[39] e 100 mm em 27 de março de 1960.[39]







































































































































Dados climatológicos para Macaíba
Mês

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez
Ano
Temperatura máxima recorde (°C)
34,7
34,4
34,5
34,3
33,5
32,9
33
33,7
34,3
31,9
34,3
33,5
34,7
Temperatura máxima média (°C)
32,2
32,2
31,7
31
30,1
29,1
28,5
28,9
30
31,2
31,8
31,9
30,7
Temperatura média (°C)
27
27,1
26,9
26,5
25,8
24,9
24,2
24,2
24,9
25,7
26,3
26,7
25,8
Temperatura mínima média (°C)
21,9
22,1
22,2
22
21,5
20,7
19,9
19,5
19,9
20,3
20,8
21,5
21
Temperatura mínima recorde (°C)
18,6
19,9
19,9
20,2
19,3
18,6
17,3
16
17,1
18,9
17,9
16,7
16

Precipitação (mm)
46
80
165
194
165
177
144
75
35
16
15
22
1 134

Umidade relativa (%)
69,2
70,2
74
78
79
81,4
79,6
76,3
72,2
67,8
67,3
68,4
73,6

Fonte: Climate Data (médias de temperatura e precipitação)[11] e Departamento de Ciências Atmosféricas da UFCG (umidade relativa).[12]

Fonte #2: Instituto Nacional de Meteorologia (recordes de temperatura: 01/01/1961 a 30/11/1963).[13][14]


Política |




Prefeitura de Macaíba, a sede do poder executivo municipal.


O poder executivo do município de Macaíba é representado pelo prefeito e seu gabinete de secretários, em conformidade ao modelo proposto pela Constituição Federal.[40] O primeiro chefe do executivo macaibense (na época denominado "intendente municipal") foi o coronel Prudente Gabriel da Costa Alecrim, de setembro de 1914 e setembro de 1916,[41] e o atual é Fernando Cunha Lima Bezerra (PROS), eleito em 2012 (na época filiado ao PMN) com 52,53% dos votos válidos, tendo como vice Olímpio Maciel.[42][43]


O poder legislativo é composto pela câmara municipal, localizada no Palácio Alfredo Mesquita Filho e formada por treze vereadores eleitos para mandatos de quatro anos. Entre as atribuições da casa legislativa estão elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).[40]


Em complementação ao processo legislativo e ao trabalho das secretarias, também existem alguns conselhos municipais em atividade: Assistência Social,[44] Direitos da Criança e do Adolescente,[45] Direitos do Idoso,[45] Direitos da Mulher,[46] Educação,[47] Saúde[48] e Tutelar.[49] O município abriga uma comarca do poder judiciário, de segunda entrância, cujos termos são os municípios de Bom Jesus e Ielmo Marinho.[50] De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Macaíba pertence à 5ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Norte[51] e possuía 46 231 eleitores em dezembro de 2014, totalizando 1,987% do eleitorado potiguar.[52]



Bibliografia |




  • IBGE Cidades . Acesso em 1° de agosto de 2004.

  • MINEIRO, Fernando. Natal em Perfil 1998. 2ª ed. rev. e atual. Natal: 1998.



Ver também |



  • Rio Grande do Norte

  • Região Metropolitana de Natal

  • Mesorregião do Leste Potiguar

  • Microrregião de Macaíba



Referências




  1. abc «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 


  2. ab IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 


  3. «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1 DE JULHO DE 2014» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 6 de julho de 2015 


  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de agosto de 2013 


  5. ab «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 


  6. abcd Adm. do site (2008). «História de Macaíba». Prefeitura de Macaíba – RN. Consultado em 28 de abril de 2013. Arquivado do original em 14 de julho de 2013 


  7. Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário Tupi Antigo. A língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global Editora. ISBN 978-85-260-1933-1 


  8. http://cpdoc.fgv.br. «VELHO, Pedro» (PDF) 


  9. abcde «Perfil do seu município: Macaíba» (PDF). Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. 2013. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 7 de julho de 2015 


  10. «Mapa Exploratório-Reconhecimento de solos do município de Macaíba, RN» (PDF). Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 7 de julho de 2015 


  11. ab «Clima: Macaíba». Climate Data. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  12. ab «UMIDADE RELATIVA DO AR». Universidade Federal de Campina Grande. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 14 de junho de 2014 


  13. ab «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Macaíba». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 28 de julho de 2015 


  14. ab «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) - Macaíba». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 28 de julho de 2015 


  15. «Série Histórica - Dados Diários - Umidade Relativa (%) - Macaíba». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 28 de julho de 2015 


  16. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Estação: PIRIPIRI». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015 


  17. ab «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2004 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2004. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  18. ab «Ocorrência de Chuvas (mm) - 1998 - Posto: Parnamirim (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 1998. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  19. ab Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 2/1917 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  20. ab «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2008 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2008. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  21. ab «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2002 - Posto: Parnamirim (EMATER)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2002. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  22. abcd «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2013 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2013. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  23. abc «Ocorrência de Chuvas (mm) - 1997 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 1997. Consultado em 8 de julho de 2015 


  24. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 10/1955 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  25. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2006 - Posto: Macaíba (Cia. de Polícia)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2008. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  26. abcd «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2008 - Posto: Macaíba (Cia. de Polícia)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2008. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  27. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 12/1943 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  28. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 6/1912 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  29. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 5/1961 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  30. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2012 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2012. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2012 


  31. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 5/1935 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  32. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2008 - Posto: Macaíba (Cia. de Polícia)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2009. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  33. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 4/1985 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  34. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 6/1913 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  35. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 6/1986 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  36. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2014 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2014. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  37. «Ocorrência de Chuvas (mm) - 2009 - Posto: Macaíba (Piripiri)». Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. 2009. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  38. Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 4/1986 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  39. ab Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. «Chuvas - médias diárias - 3/1960 - Estação: Macaíba (Piripiri)». Agência Nacional de Águas. Consultado em 8 de julho de 2015. Cópia arquivada em 8 de julho de 2015 


  40. ab «LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE MACAÍBA» (PDF). Câmara Municipal de Macaíba. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 7 de julho de 2015 


  41. «FOTOS EX-PREFEITOS». Prefeitura de Macaíba. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  42. «Dr. Fernando 33». Portal Eleições 2012. 2012. Consultado em 7 de julho de 2015 


  43. «Prefeitos do Pros e PSB com Robinson». Gazeta do Oeste. 15 de julho de 2014. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  44. «7.4. Apoio técnico, plano, conselho e fundo municipal de assistência social». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  45. ab «9.3. Conselhos». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  46. «14.3. Conselho municipal de direitos da mulher». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2009. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  47. «3.3. Conselho e fundo municipal de educação». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2011. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  48. «6.2. Conselho, fundo e plano municipal de saúde». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2013. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  49. «13.5. Conselhos e fundos municipais». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2009. Consultado em 7 de julho de 2015. Cópia arquivada em 7 de julho de 2015 


  50. «LEI COMPLEMENTAR Nº 165, DE 28 DE ABRIL DE 1999». Ministério Público do Rio Grande do Norte. Consultado em 7 de julho de 2015 


  51. «Eleitor / Estatísticas de eleitorado / Consulta por Município/Zona». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 7 de julho de 2015 


  52. «Eleitor / Estatísticas de eleitorado / Consulta Quantitativo». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 7 de julho de 2015 



Ligações externas |




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