9 de dezembro de 1948 (70 anos) Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Esposa
Laurita Arruda Camara
Partido
PMDB
Profissão
Empresário e Político
Assinatura
Henrique Eduardo Lyra Alves (Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1948) é um empresário, advogado, político brasileiro, ex-ministro do Turismo nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer.
Foi deputado federal por 11 mandatos consecutivos pelo Rio Grande do Norte e presidente da Câmara dos Deputados de 2013 a 2015. Foi o ministro do turismo de 16 de abril de 2015 a 28 de março de 2016, no governo Dilma Rousseff [1] e voltou ao cargo após a admissibilidade do processo de impeachment, através do presidente em exercício, Michel Temer, pedindo novamente demissão em 16 de junho de 2016.[2]
Em 6 de junho de 2017, foi preventivamente preso pela Polícia Federal por fraude na construção do estádio Arena das Dunas,[3] tendo em 8 de maio de 2018 ido para prisão domiciliar, e posteriormente, em 13 de julho foi determinado pela justiça para responder o processo em liberdade.[4]
Índice
1Biografia
2Carreira política
2.1Ministério do Turismo
2.2Operação Lava Jato
3Referências
Biografia |
Filho de Aluízio Alves e Ivone Lyra Alves, primo do Senador Garibaldi Alves Filho.[5] Foi aluno do curso de Direito do Centro de Ensino Unificado de Brasília (UniCEUB), mas transferiu-se para a Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde graduou-se em 1972. Além de político é empresário e um dos proprietários do Sistema Cabugi de Comunicação, do qual fazem parte a InterTV Cabugi, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Norte, a Rádio Globo Natal, a Rádio Difusora de Mossoró e o jornal Tribuna do Norte, do qual é presidente.[6][7]
Carreira política |
Após a cassação do mandato de seu pai pelo Ato Institucional Número Cinco em 7 de fevereiro de 1969, Henrique Eduardo Alves resolveu seguir carreira política e ingressou no MDB, elegendo-se deputado federal em 1970, 1974 e 1978. Após a extinção do bipartidarismo no governo João Figueiredo, ingressou no PP em 1980 e ali permaneceu até que seus integrantes decidiram incorporar-se ao PMDB[8] e Henrique Eduardo Alves foi eleito presidente do diretório estadual, reelegendo-se deputado federal em 1982.
Em seu novo mandato votou a favor da emenda Dante de Oliveira em 1984 e em Tancredo Neves no Colégio Eleitoral em 1985 e, após nova vitória em 1986, participou da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1988, reelegendo-se em 1990 quando votou a favor do processo de impeachment do presidente Fernando Collor. Obteve novos mandatos em 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010, chegando ao posto de líder do PMDB, função que desempenhou de 2007 a 2013, quando foi eleito Presidente da Câmara dos Deputados.
Sobrinho dos políticos Garibaldi Alves e Agnelo Alves, irmão da ex-deputada Ana Catarina Alves e primo do senador Garibaldi Alves Filho e do atual prefeito da cidade de Natal Carlos Eduardo Alves, concorreu duas vezes à prefeitura de Natal, sem sucesso: em 1988 foi derrotado por Wilma de Faria e em 1992 por Aldo Tinoco.[9] Durante parte do segundo governo Garibaldi Alves Filho foi Secretário de Governo.[10]
Pelo tempo em que esteve na Câmara dos Deputados, empatou em onze mandatos com Ulysses Guimarães e está atrás de Manoel Novaes, que tem doze.[11]
Ministério do Turismo |
Em 16 de abril de 2015, foi empossado pela presidente Dilma Rousseff no cargo de ministro do Turismo do Brasil,[12] onde permaneceu até 28 de março de 2016, saindo com uma carta de demissão,[1] antecedendo à saída do PMDB da base aliada do governo, que ocorreu no dia seguinte.[13][14] Em 16 de junho de 2016 pediu demissão do mesmo cargo no governo Michel Temer, que havia assumido após o afastamento de Dilma Rousseff da presidência, no processo de impeachment.[2]
Henrique em Convenção Nacional do PMDB que definiu a chapa Dilma-Temer, em junho de 2014.
Operação Lava Jato |
Henrique Alves teve seu nome envolvido na Operação Lava Jato a partir dos termos de colaboração do doleiro Alberto Youssef[15] e passou a ser investigado pelo MPF, estando presente na lista da PGR, conhecida popularmente como lista de Janot.[16] Em 15 de dezembro de 2015, em uma nova fase da Lava Jato, batizada de Operação Catilinárias, o STF, através do ministro Teori Zavascki, autorizou buscas pela Polícia Federal na casa de Henrique Alves.[17]
Em 18 de junho de 2016, a Procuradoria-Geral da República denunciou Henrique Eduardo Alves pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas em razão de conta atribuída a ele na Suíça A investigação, iniciada na Suíça e transferida para o Brasil, identificou uma conta ligada a Alves com saldo de 800 mil francos suíços, cerca de 2,8 milhões de reais.[18]
Em 26 de outubro de 2016, a 10ª Vara do Distrito Federal aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves por corrupção, lavagem de dinheiro, prevaricação e violação de sigilo funcional em aportes de fundos de investimento administrados pela Caixa Econômica Federal, como o Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), em empresas. Segundo a denúncia, houve pagamento de propina em ao menos sete projetos, incluindo o Porto Maravilha, construído por OAS, Odebrecht e Carioca Engenharia no Rio de Janeiro com investimento de 3,5 bilhões de reais pela Caixa, aporte que teria rendido 2,1 milhões de reais em propina. O então deputado federal Henrique Eduardo Alves foi favorecido que por meio de operações financeiras evasivas e camufladas no exterior [19]
Em 5 de abril de 2017, em um acordo de delação premiada celebrado com o MPF, Fernando Cunha Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental, teria relatado dois milhões de reais em propinas ao ex-ministro. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o delator afirmou que Alves teria recebido o dinheiro para sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte em 2014 e acabou derrotado no segundo turno pelo atual governador, Robinson Faria (PSD). [20]
Na manhã de 6 de junho de 2017, Henrique foi preso pela Polícia Federal na Operação Manus, que investigava corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas.[21][22]
Em 20 de junho de 2017, o MPF do Rio Grande do Norte denunciou Henrique Eduardo Alves por prática continuada dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado pelos procuradores da República de ter recebido propinas disfarçadas de doações eleitorais, oficiais e não oficiais, entre 2012 e 2014.[23]
Em 13 de julho de 2018, o juiz Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14º Vara Federal de Natal, revogou a prisão domiciliar, e Henrique Alves passou a aguardar o julgamento em liberdade.[4]
Referências
↑ ab«Ministro do Turismo, Henrique Alves entrega pedido de demissão». G1. 28 de março de 2016. Consultado em 30 de março de 2016
↑ abLeandro Prazeres (16 de junho de 2016). «Citado em delação, ministro Henrique Eduardo Alves pede demissão». UOL. Consultado em 16 de junho de 2016
↑«Ex-ministro Henrique Eduardo Alves é preso pela PF». Uol. 6 de junho de 2017. Consultado em 6 de junho de 2017
↑ abFernanda Zauli (13 de julho de 2018). «Juiz concede liberdade ao ex-ministro Henrique Alves». G1. Globo.com. Consultado em 13 de julho de 2018
↑Sardinha, Edson (6 de junho de 2017). «Preso pela PF, Henrique Eduardo Alves foi deputado por 44 anos e responde a outras acusações na Justiça». Congresso em Foco. Consultado em 6 de junho de 2017
↑Tribuna do Norte
↑UnB NEMP
↑PP e PMDB decidem unir-se (online). Folha de S. Paulo, 21 de dezembro de 1981. Consultado em 7 de dezembro de 2012.
↑«AS ELEIÇÕES DE 2004 PARA A PREFEITURA DE NATAL-RN: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES» (PDF). Fundaj. Consultado em 30 de março de 2016
↑«Câmara dos Deputados do Brasil (1971-2015): dados do deputado Henrique Eduardo Alves». Consultado em 7 de dezembro de 2012
↑«Câmara dos Deputados do Brasil (mecanismo de busca): todas as legislaturas». Câmara dos Deputados. Consultado em 7 de dezembro de 2012
↑Filipe Matoso (16 de abril de 2015). «Henrique Alves toma posse como novo ministro do Turismo». G1. Consultado em 30 de março de 2016
↑Júnia Gama (29 de março de 2016). «Em três minutos, PMDB anuncia desembarque do governo por aclamação». O Globo. Consultado em 30 de março de 2016
↑Leandro Prazeres (29 de março de 2016). «PMDB oficializa sua saída do governo Dilma em reunião de poucos minutos». UOL. Consultado em 30 de março de 2016
↑«Acesse a íntegra dos depoimentos da delação do doleiro Alberto Youssef». Folha de S.Paulo. 12 de março de 2015. Consultado em 15 de dezembro de 2015
↑«Saiba quem são os políticos citados pela Operação Lava-Jato». Zero Hora. 6 de março de 2015. Consultado em 15 de dezembro de 2015
↑Estadão (15 de dezembro de 2015). «PF faz buscas nas casas dos ministros Celso Pansera e Henrique Eduardo Alves». Folha Vitória. Consultado em 15 de dezembro de 2015
↑«PGR denuncia Henrique Eduardo Alves ao Supremo por conta na Suíça». G1. Globo. 18 de junho de 2016. Consultado em 18 de junho de 2016
↑«Eduardo Cunha e Henrique Alves viram réus por corrupção na Caixa». Veja online. 26 de outubro de 2017. Consultado em 5 de abril de 2017
↑«Ex-ministro recebeu R$ 2 milhões em propina, diz delator». Veja online. 5 de abril de 2017. Consultado em 5 de abril de 2017
↑«Ex-ministro Henrique Eduardo Alves é preso em operação da PF». G1. 6 de junho de 2017. Consultado em 6 de junho de 2017
↑«Polícia Federal prende ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves». Nominuto. 6 de junho de 2017. Consultado em 6 de junho de 2017
↑Vladmir Netto (21 de junho de 2017). «MPF denuncia Henrique Alves e Eduardo Cunha por corrupção passiva e lavagem». G1. Globo.com. Consultado em 21 de junho de 2017
Precedido por Vinicius Lages
Ministro do Turismo do Brasil 2015 – 2016
Governo Dilma Rousseff
Sucedido por Alberto Alves (interino)
Precedido por Alessandro Teixeira
Ministro do Turismo do Brasil 2016
Governo Michel Temer
Sucedido por Alberto Alves (interino)
Precedido por Marco Maia
Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil 2013 – 2015
Sucedido por Eduardo Cunha
v•e
Segundo gabinete de Dilma Rousseff (2015–2016)
Com o impeachment aceito pelo Senado Federal, foi afastada temporariamente, sendo afastada definitivamente em 31 de agosto de 2016 com a conclusão do processo.
Vice-presidente
Michel Temer (2015–2016)
Ministérios
Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Kátia Abreu (2015–2016)
Cidades
Gilberto Kassab (2015–2016) • Elton Santa Fé Zacarias (interino) (2016) • Inês da Silva Magalhães (2016)
Valdir Moysés Simão (2015) • Carlos Higino Ribeiro de Alencar (interino) (2015–2016) • Luiz Navarro de Brito (2016)
Gabinete de Segurança Institucional
José Elito Carvalho Siqueira (2015) †
Gabinete Pessoal
Jaques Wagner (2016)
† Indica ministério, secretaria ou órgão extinto durante o governo
← Primeiro gabinete de Dilma Rousseff (2011–2015) • Gabinete de Michel Temer (2016–) →
v•e
Gabinete de Michel Temer (2016–)
Com a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff, pelo Senado Federal, assumiu interinamente o governo até a conclusão do processo, em 31 de agosto de 2016, sendo empossado definitivamente como presidente.
Vice-presidente
Não possui (cargo será ocupado, quando necessário, conforme a escala sucessória)
Ministérios
Agricultura
Blairo Maggi (2016–)
Cidades
Bruno Araújo (2016–2017) • Marco Aurelio de Queiroz Campos (interino) (2017) • Alexandre Baldy (2017–)
Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
Gilberto Kassab (2016–)
Cultura
Marcelo Calero (2016) • Roberto Freire (2016–2017) • João Batista de Andrade (interino) (2017) • Sérgio Sá Leitão (2017–)
Defesa
Raul Jungmann (2016–2018) • Joaquim Silva e Luna (2018–)
Desenvolvimento Social
Osmar Terra (2016–2018) • Alberto Beltrame (2018–)
Direitos Humanos
Luislinda Valois (2017–2018) • Gustavo do Vale Rocha (2018–)
Educação
José Mendonça Filho (2016–2018) • Rossieli Soares (2018–)
Esporte
Leonardo Picciani (2016–2018) • Leandro Cruz Fróes da Silva (2018–)
FP^Status de Ministério mantido até que seja concedido ao titular direito de foro privilegiado. • CB^ Posse impedida por decisão da 4ª Vara Federal de Niterói e pelo TRF-2.
← Segundo gabinete de Dilma Rousseff (2015–2016)
v•e
Ministros do Turismo do Brasil (1993 – 2018)
José Eduardo de Andrade Vieira •
Ailton Barcelos Fernandes •
Élcio Álvares •
Dorothea Werneck •
Francisco Dornelles •
José Botafogo Gonçalves •
Rafael Greca •
Carlos Melles •
Caio Cibella de Carvalho •
Walfrido dos Mares Guia •
Marta Suplicy •
Luiz Barretto Filho •
Pedro Novais •
Gastão Vieira •
Vinicius Lages •
Henrique Eduardo Alves •
Alberto Alves (interino) •
Alessandro Teixeira •
Henrique Eduardo Alves •
Alberto Alves (interino) •
Marx Beltrão •
Vinicius Lummertz (interino) •
v•e
Presidentes da Câmara dos Deputados do Brasil (1826 — 2018)
Primeiro reinado (D. Pedro I)
Luís Pereira da Nóbrega Sousa Coutinho •Francisco de Paula Sousa e Melo •Pedro de Araújo Lima •José da Costa Carvalho •Romualdo Antônio de Seixas •Pedro de Araújo Lima •José da Costa Carvalho •José Ribeiro Soares da Rocha •José da Costa Carvalho
Período regencial
José da Costa Carvalho •Martim Francisco Ribeiro de Andrada •José Martiniano de Alencar •Antônio Paulino Limpo de Abreu •Bento de Oliveira Braga •Venâncio Henriques de Resende •Antônio Maria de Moura •Pedro de Araújo Lima •Cândido José de Araújo Viana •Joaquim Marcelino de Brito
Segundo reinado (D. Pedro II)
Joaquim Marcelino de Brito •Romualdo Antônio de Seixas •Venâncio Henriques de Resende •Martim Francisco Ribeiro de Andrada •Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda •Antônio Paulino Limpo de Abreu •José Joaquim Fernandes Torres •Francisco Muniz Tavares •José Pedro Dias de Carvalho •Antônio Pinto Chichorro da Gama •Gabriel Mendes dos Santos •José Idelfonso de Sousa Ramos •Antônio Peregrino Maciel Monteiro •Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama •Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque •Zacarias de Góis e Vasconcelos •Francisco José Furtado •Camilo Maria Ferreira Armond •Joaquim Saldanha Marinho •Francisco de Paula da Silveira Lobo •Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque •Joaquim Otávio Nébias •Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama •Inocêncio Marques de Araújo Góis •Manuel Francisco Correia •Paulino José Soares de Sousa •Camilo Maria Ferreira Armond •Martinho Álvares da Silva Campos •Martim Francisco Ribeiro de Andrada •João Ferreira de Moura •José Rodrigues de Lima Duarte •Antônio Moreira de Barros •Manuel Alves de Araújo •Antônio Moreira de Barros •Franklin Américo de Meneses Dória •André Augusto de Pádua Fleury •Domingos de Andrade Figueira •Augusto Olímpio Gomes de Castro •Henrique Pereira de Lucena
República Velha (1.ª República)
Poder Legislativo fechado até 1891 •João da Mata Machado •Bernardino José de Campos Júnior •João Lopes Ferreira Filho •Francisco de Assis Rocha e Silva •Artur César Rios •Carlos Vaz de Melo •Francisco de Paula de Oliveira Guimarães •Carlos Peixoto de Melo Filho •Sabino Alves Barroso Júnior •Astolfo Dutra Nicácio •Sabino Alves Barroso Júnior •Astolfo Dutra Nicácio •Júlio Bueno Brandão •Arnolfo Rodrigues de Azevedo •Sebastião do Rego Barros •Poder Legislativo fechado de 1930 a 1933 •Antônio Carlos Ribeiro de Andrada
2.ª, 3.ª e 4.ª Repúblicas
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada •Pedro Aleixo •Poder Legislativo fechado de 1937 a 1946 •Honório Fernandes Monteiro •Samuel Vital Duarte •Carlos Cirilo Júnior •Nereu Ramos •Carlos Luz •José Antônio Flores da Cunha •Ulysses Guimarães •Ranieri Mazzilli
Ronaldo primeiro jogador a ser eleito por três vezes o melhor jogador do mundo pela FIFA. Ronaldinho Gaúcho atuando pelo Barcelona onde foi duas vezes eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA. Kaká atuando pelo Milan onde foi eleito em 2007 o melhor jogador do mundo pela FIFA. Lothar Matthäus primeiro jogador a ser eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA em 1991 pela Inter de Milão. Neymar durante partida contra a Escócia, em 27 de março de 2011. Crianças praticando futebol. Robinho, futebolista brasileiro, em 15 de novembro de 2006. Atletas do Chelsea, da Inglaterra. A venda de camisas com nome e número dos jogadores é uma grande fonte de arrecadação. Jürgen Klinsmann atuou como jogador e foi treinador da Alemanha. Estádio de futebol, principal local onde laboram os jogadores. O jogador de futebol , ou Futebolista , é um atleta profissional de futebol, e cuja prática do desporto coletivo é fundamental. Estes trabalhadores sã...
Coordenadas: 45° 40' N 9° 38' E Lallio Comuna Lallio Localização de Lallio na Itália Coordenadas 45° 40' N 9° 38' E Região Lombardia Província Bérgamo Área - Total 2 km² Altitude 216 m População - Total 3 826 • Densidade 1 913 hab./km² Outros dados Comunas limítrofes Bergamo, Dalmine, Stezzano, Treviolo Código ISTAT 016123 Código cadastral E422 Código postal 24040 Prefixo telefônico 035 Website www.comune.lallio.bg.it Lallio é uma comuna italiana da região da Lombardia, província de Bérgamo, com cerca de 3.826 habitantes. Estende-se por uma área de 2 km², tendo uma densidade populacional de 1913 hab/km². Faz fronteira com Bergamo, Dalmine, Stezzano, Treviolo. [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] Demografia | Variação demográfica do município entre 1861 e 2011 [ 3 ] Fonte : Istituto Nazionale di Statistica (ISTAT) - Elabor...
Uma repórter de televisão segurando um microfone na frente de um cinegrafista. Fotojornalistas no Campeonato Mundial de Atletismo 2013 Uma repórter entrevistando Boris Johnson, Prefeito de Londres. Jornalista é o profissional formado em Jornalismo. É a pessoa responsável pela apuração, investigação e apresentação de notícias, reportagens, entrevistas ou distribuição de notícias ou outra informação de interesse coletivo. O trabalho do jornalista é chamado jornalismo. Um jornalista pode trabalhar com questões gerais ou especializar-se em determinadas áreas. No entanto, a maioria dos jornalistas tendem a se especializar, e cooperando com outros jornalistas, produzir publicações que abrangem muitos tópicos. [ 1 ] Por exemplo, um jornalista esportivo cobre notícias dentro do mundo dos esportes, mas este jornalista pode ser uma parte de um jornal que cobre diversos temas. O exercício do Jornalismo é privativo de jornalista. Entre as áreas em que o jornalista trabalha estão o...