Chrysomelidae
Chrysomelidae | |||||||||||||||||||||||||||||
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Leptinotarsa decemlineata | |||||||||||||||||||||||||||||
Classificação científica | |||||||||||||||||||||||||||||
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Chrysomelidae é uma família de besouros com cerca de dez subfamílias[1], 2500 géneros e mais de 35000 espécies. Algumas espécies são encaradas como pragas nocivas à agricultura. Contudo, apesar da maior parte das espécies de crisomelídeos ser monófoga, há espécies polífagas e algumas já foram estudadas como agentes potenciais de controle biológico de ervas daninhas.[3][4]
Distribuição geográfica |
Os Chrysomelidae distribuem-se praticamente em todo o Brasil em 559 gêneros, 6057 espécies, 883 delas endêmicas, 381 subespécies, uma delas endêmica, e distribuem-se em praticamento todo o continente americano, aparecendo nos países: Argentina, Belize, Bolívia, Canada, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, Dominica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana Francesa, Granada, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, Martinica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trindade e Tobago, Estados Unidos da América, Uruguai e Venezuela.[2]
Algumas espécies |
- Besouro-amarelo
- Besouro-da-batata
- Besouro-de-limeira
- Besouro-verde
- Besouro-saltador
- Barata-do-coqueiro
Referências
↑ ab «Cassidinae». on-line database, http://www.itis.gov. Consultado em 11 de julho de 2017
↑ ab Sekerka L,Linzmeier AM,Moura LA,Ribeiro-Costa CS,Agrain F,Chamorro ML,Manfio D,Morse GE,Regalin R (2017). «Chrysomelidae». Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. PNUD. !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)
↑ «Host specificity of the leaf beetle, Diorhabda elongata deserticola (Coleoptera: Chrysomelidae) from Asia, a biological control agent for saltcedars (Tamarix: Tamaricaceae) in the Western United States». Biological Control. 27 (2): 117–147. 1 de junho de 2003. ISSN 1049-9644. doi:10.1016/S1049-9644(03)00003-3
↑ Gomes Gonçalves, Marcos Paulo (Dezembro 2017). «Relação Entre Tempo e Besouros em Mata de Cocal». Revista Brasileira de Meteorologia. 32 (4): 543–554. ISSN 0102-7786. doi:10.1590/0102-7786324003