Linha de Guimarães












Linha de Guimarães

Estação Ferroviária de Vizela

Estação Ferroviária de Vizela

Bitola: Bitola larga








Linha de Guimarães

Legenda



























































































































































































































































































































Unknown route-map component "exSTR+l"

Unknown route-map component "exCONTfq"



L.ª Corgo→ Chaves






Unknown route-map component "exBHF"



Curalha







Unknown route-map component "exLSTR" + Unknown route-map component "exSTRl"




Unknown route-map component "exCONTfq"



L.ª Corgo→ Régua






Unknown route-map component "exLSTR"



(proj. abandonado)






Unknown route-map component "exBHF"



Cavez







Unknown route-map component "exLSTR" + Unknown route-map component "exLSTRl"




Unknown route-map component "exLCONTfq"



Linha do Tâmega→ Livração






Unknown route-map component "exLSTR"



(proj. abandonado)






Unknown route-map component "exBHF"

80,585

Fafe






Unknown route-map component "exHST"

76,300

Cepães






Unknown route-map component "exHST"

73,300

Farreja(dem.)






Unknown route-map component "exBHF"

67,910

Paçô Vieira






Unknown route-map component "exTUNNEL2"



Túnel de Paçô Vieira
(71 m)






Unknown route-map component "exHST"

66,200

Penha(dem.)






Unknown route-map component "exHST"

64,000

Aldão-São Torcato(dem.)






Unknown route-map component "KBHFxa"

55,693

Guimarães






Unknown route-map component "eBHF"

59,500

Guimarães(est. antiga)






Stop on track

53,249

Covas






Unknown route-map component "SKRZ-G4u"



A11 = A7






Stop on track

50,482

Nespereira






Station on track

47,728

Vizela






Unknown route-map component "eABZgl"

Unknown route-map component "exCONTfq"

49,700

CFPLE→Lixa (pj. abd.)






Stop on track

49,700

Pereirinhas






Stop on track

48,400

Cuca






Station on track

42,298

Lordelo






Unknown route-map component "eHST"

43,855

Atainde(dem.)






Stop on track

39,612

Giesteira






Station on track

37,954

Vila das Aves(ant. V. Aves-Negrelos)






Bridge over water



Rio Ave






Station on track

34,904

Caniços






Station on track

30,400

Santo Tirso






Unknown route-map component "SKRZ-G4u"



A3






Unknown route-map component "CONTgq"

Unknown route-map component "vSTRg+r"



Linha do Minho→Famalicão






Unknown route-map component "vBHF"

25,520

Lousado






Unknown route-map component "exCONTgq"


Unknown route-map component "v-SHI2g+r" + Unknown route-map component "exvSTR+r-"






L.ª do Minho→Famalicão (traç. ant.)






Scenic interest




Unknown route-map component "eSPLe" + Unknown route-map component "exlv-BHF" + Unknown route-map component "exlvBHF-" + Unknown route-map component "exlBHF"






Lousado(est. antiga; museu)







Bridge over water + Unknown route-map component "extSTR"






Rio Ave






Unknown route-map component "xABZgl"

Unknown route-map component "CONTfq"



L.ª do Minho←Porto-S. B.






Unknown route-map component "exSPLa+exvBHF"

26,155

Trofa(est. antiga)






Unknown route-map component "exvSTRgl"

Unknown route-map component "exCONTfq"



L.ª do Minho←Porto-S. B. (traç. ant.)






Unknown route-map component "exHST"

23,799

Bougado






Unknown route-map component "exSKRZ-G2o"



EN14






Unknown route-map component "exHST"



Alvarelhos(dem.)






Unknown route-map component "exBHF"

18,300

Muro






Unknown route-map component "exBHF"

14,236

Castêlo da Maia(ant. Castelo da Maia)






Unknown route-map component "exHST"

12,529

Mandim(dem.)






Unknown route-map component "exBHF"


09,900

Maia(ant. Barreiros)






Unknown route-map component "exHST"


07,700

Araújo






Unknown route-map component "exHST"


07,000

Esposado(dem.)






Unknown route-map component "exCONTgq"

Unknown route-map component "exvSTRg+r"



Linha da Póvoa→Famalicão






Unknown route-map component "exvSTR"

Unknown route-map component "exCONTg"



L. Pedreiras→ Pdr.as S. Gens






Unknown route-map component "exSTR+l"



Unknown route-map component "exvBHF" + Unknown route-map component "exvSTR-ABZgl+l" + Unknown route-map component "exSTRq"




Unknown route-map component "exSTRr"


03,852

Sr.ª da Hora(ant. Vila de Bouças)






Unknown route-map component "exCONTf"

Unknown route-map component "exvSTR"



R. Matosinhos→ P. Leixões






Unknown route-map component "exvHST"


02,600

Circunvalação






Unknown route-map component "exvHST"


02,000

Ramalde






Unknown route-map component "exvHST"


01,000

Francos






Unknown route-map component "exSPLa+l"

Unknown route-map component "exvABZgr-ABZgr"



Bif. Boavista








Unknown route-map component "exv-KBHFe" + Unknown route-map component "exvKBHFe-" + Unknown route-map component "exlvDST-"




Unknown route-map component "exvSTR"

0,000

Boavista(Oficinas)






Unknown route-map component "exvHST"


03,000

Avenida da França






Unknown route-map component "exvHST"


Cedofeita (proj. abd)






Unknown route-map component "exvTUNNEL1"



Túnel da Trindade(488 m)






Unknown route-map component "exvKBHFe"


00,000

Porto-Trindade







ver referências a fontes no texto do(s) artigo(s)

A Linha de Guimarães, originalmente denominada de Caminho de Ferro de Guimarãis, é uma linha férrea portuguesa de serviço maioritariamente urbano, que se compreendeu, na sua extensão máxima, entre a Estação Ferroviária de Porto-Trindade e Fafe.[1] Actualmente, apenas se considera o troço entre Lousado e Guimarães como parte desta linha. O primeiro troço, entre a Trofa e Vizela, entrou ao serviço em 31 de Dezembro de 1883, tendo a linha chegado a Guimarães em 14 de Abril de 1884 e a Fafe em 21 de Julho de 1907; o troço até à Trindade, comum à Linha da Póvoa, foi inaugurado em 30 de Outubro de 1938.[2][3] O troço entre Guimarães e Fafe foi encerrado em 1986,[4] enquanto que o troço do Porto-Trindade à Trofa foi encerrado em entre 2001 e 2002 para ser parcialmente substituído pelo Metro do Porto.[5]




Índice






  • 1 Caracterização


    • 1.1 Descrição física


    • 1.2 Serviços


    • 1.3 Tipos de atrelagem e material circulante




  • 2 História


    • 2.1 Antecedentes, planeamento, construção e inauguração


    • 2.2 Expansão até Fafe


    • 2.3 Formação da Companhia do Norte


    • 2.4 Troço entre Trofa e Senhora da Hora


    • 2.5 Duplicação da Linha da Póvoa e abertura até à Trindade


    • 2.6 A Linha na segunda metade do Século XX


      • 2.6.1 Encerramento do troço entre Guimarães e Fafe




    • 2.7 Século XXI




  • 3 Ver também


  • 4 Referências


  • 5 Bibliografia


  • 6 Ligações externas





Caracterização |



Descrição física |


A linha designada como "Linha de Guimarães" corresponde, actualmente, ao troço ferroviário entre Lousado e Guimarães, sendo que o restante serviço ferroviário é feito através da Linha do Minho durante o percurso entre Porto S. Bento e Lousado. A Linha de Guimarães é, assim, constituída por linha simples electrificada, com bitola ibérica, permitindo a circulação de automotoras e locomotivas eléctricas a velocidades até aos 100 km/h. Originalmente, no entanto, a Linha de Guimarães era em bitola métrica, e iniciava-se na Estação Ferroviária de Porto-Trindade, circulando em via comum com a Linha da Póvoa até à Estação de Senhora da Hora.[1] Uma das principais infra-estruturas da Linha de Guimarães, no seu auge, foi o Túnel da Lapa, com quase 500 metros de comprimento, e que permitia a ligação à Estação da Trindade.[1][3]



Serviços |


O serviço ferroviário de passageiros é composto por dois tipos de serviços. O serviço urbano é prestado pelos suburbanos do Porto, que fazem a ligação entre Guimarães e o Porto em 1h15, em automotoras eléctricas da Série 3400, que entraram ao serviço em 2002. O outro serviço é o InterCidades, prestado pela CP Longo Curso que possibilitam a ligação directa entre Guimarães e Lisboa, durando a viagem cerca de 4h15, através de locomotivas eléctricas da Série 5600, com as carruagens de passageiros do serviço InterCidades.



Tipos de atrelagem e material circulante |


A construtura e operadora original da Linha de Guimarães, a Companhia do Caminho de Ferro de Guimarães, introduziu um tipo de atrelagem próprio, com um tampão central e um gancho em cutelo, muito semelhante às utilizadas nos países nórdicos; esta tendência continuou após a união com a Companhia do Caminho de Ferro do Porto à Póvoa e Famalicão e a formação da Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal.[6]


Até à Década de 1970, a rede de via estreita do Porto constituiu um dos últimos bastiões da tracção a vapor em Portugal, sendo empregues várias locomotivas a vapor, em conjunto com automotoras a gasóleo da Série 9300, introduzidas em 1955[7][1] Em meados de 1976, desapareceu por completo a tracção a vapor nos serviços de passageiros, sendo substituída por tracção a gasóleo; alguns serviços esporádicos de mercadorias entre Guimarães e o Porto ainda continuaram a ser rebocados por 4 locomotivas a vapor, baseadas no depósito de Lousado.[8][1] Em 1982, encontravam-se a circular, em toda a extensão desta linha, composições rebocadas por locomotivas da Série 9020.[9] No início da Década de 1990, as automotoras da Série 9300 foram substituídas por comboios rebocados pelas locomotivas a gasóleo da Série 9000.[10][7]


Entre as locomotivas a vapor usadas nesta linha, contavam-se as da Série E101 a E103, construídas em 1907 pela casa alemã Maschinenfabrik Esslingen.[11]



História |



Antecedentes, planeamento, construção e inauguração |





Estação original de Trofa, em 2010; à direita, a antiga gare da Linha de Guimarães.


Em contraste com o centro e Sul do país, onde a instalação dos caminhos de ferro era habitualmente realizada através de concessões a empresas privadas, nas regiões a Norte do Rio Douro, predominou a intervenção estatal; com efeito, depois da construção, por parte do Governo, das Linhas do Minho e Douro, também se previa que a instalação das ligações secundárias, afluentes das linhas principais, também lhe deveria ser directamente atribuída.[12]


No entanto, tal não chegou a suceder, tendo a Linha da Póvoa sido concedida a um privado, por um decreto de 1873.[12]


No entanto, o processo de construção da Linha de Guimarães distinguiu-se desta situação, tal como sucedeu com a Linha da Póvoa, uma vez que se baseou principalmente em iniciativas privadas.[12] Com efeito, a Linha da Póvoa foi concedida por um decreto de 1873, tendo chegado até Famalicão em 1881.[12] A Companhia da Póvoa possuía um projecto para continuar a linha além de Famalicão, até Chaves, passando por Guimarães, Fafe e Pedras Salgadas, que chegou a ser aprovado.[12]


No caso da Linha de Guimarães, o processo de constituição da sua rede foi penalizado pela falta de método, o que se revelou nas várias modificações que foram sendo feitas na concessão.[12] O principal objectivo para a sua construção foi o acesso à produtiva região fabril nos vales do Ave e Vizela.[13]


Em 11 de Julho de 1871, o empresário Simão Gattai recebeu a concessão para construir um caminho de ferro de carros americanos, utilizando carris por cima de estrada, com 1 metro de bitola, entre o Porto e Braga, passando por Santo Tirso e Guimarães; o concurso foi alterado em 28 de Dezembro de 1872, tendo sido incluído um ramal que, passando por Vizela e Fafe, ligasse com a Linha do Minho,[2] e uma linha métrica em leito próprio entre a Trofa e Bougado.[12] Em 17 de Outubro de 1874, a concessão foi trespassada para uma companhia de nacionalidade inglesa, e um despacho de 18 de Fevereiro de 1875 retirou a obrigação de construir o ramal;[2] nesse ano, também se limitou o traçado apenas de Bougado a Guimarães, e autorizou-se a utilização de via larga.[12]


No entanto, a construção revelou-se muito morosa, tendo apenas sido construídos cerca de 6 quilómetros de via larga, entre Bougado e Santo Tirso, quando a empresa entrou em falência, em 1879.[2][12] O contrato foi revogado em 16 de Abril de 1879, e, no mesmo dia, foi autorizado o projecto de António de Moura Soares Velloso e do Visconde da Ermida, que representavam uma nova empresa, para a construção de uma ligação ferroviária, em via larga, entre Guimarães e Bougado, sem apoios do Estado; em 5 de Agosto de 1880, foi aceite o pedido para que a linha fosse construída em via métrica.[2][12]


O primeiro troço, com cerca de 16 quilómetros de extensão, entre a Trofa e Vizela, entrou ao serviço em 31 de Dezembro de 1883;[2][12][14] o troço a partir da Trofa, e a travessia do Rio Ave, pela Ponte do Ave, foi construído em via algaliada, em conjunto com a Linha do Minho.[2] A linha chegou a Guimarães em 14 de Abril de 1884.[2]



Expansão até Fafe |


Por decretos de 1891, 1898, 1899, 1900, 1901 e 1903, a concessão foi alterada, permitindo à Companhia a continuação da Linha de Guimarães até Fafe.[12] Em 12 de Julho de 1897, a Companhia apresentou um requerimento para o prolongamento da Linha, sem custos para o estado, pedido este que foi atendido por um alvará de 2 de Julho de 1898.[15] Este alvará foi anulado por um decreto de 14 de Julho do mesmo ano, que também estabeleceu a concessão provisória para o prolongamento. [15] Uma lei de 14 de Julho de 1899, que reorganizou a Administração dos Caminhos de Ferro do Estado e criou o Fundo Especial de Caminhos de Ferro, também estabeleceu várias vantagens para a abertura de novas linhas, incluindo apoios financeiros, e isenção de vários impostos, como na importação de material circulante e de materiais de construção; como resultado deste diploma, verificou-se um período de maior actividade na construção de caminhos de ferro, no qual se incluiu a continuação até Fafe.[12] Com efeito, em 2 de Maio de 1900, a Companhia apresentou um requerimento para usufruir das vantagens constantes da lei de 14 de Julho, uma vez que o prolongamento até Fafe tinha sido inserido no Plano da Rede Complementar ao Norte do Mondego, decretado em 15 de Fevereiro de 1899; este pedido foi aprovado por uma portaria de 23 de Junho de 1900.[15]


Uma carta de lei de 1 de Agosto de 1899 autorizou o governo a tornar definitiva a concessão.[15] Em 22 de Novembro de 1901, Carlos I de Portugal autorizou a Companhia do Caminho de Ferro de Guimarães a construir e explorar o troço entre Guimarães e Fafe.[15] Tal como o resto da linha, este novo troço deveria ser construído em bitola métrica;[15] como não teve quaisquer apoios do estado neste projecto, a companhia publicou vários títulos de dívida para financiar as obras, e adquirir o material circulante, tendo esta linha sido aberta ao serviço em 21 de Julho de 1907.[2][4][12]



Formação da Companhia do Norte |




Antiga Estação de Santo Tirso, ainda com a denominação original, Santo Thyrso.



Ver artigo principal: Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal

Entre 1885 e 1887, o governo ordenou a realização de estudos para várias linhas em via métrica, incluindo uma de Guimarães a Braga e outra desde esta localidade até Monção; estes caminhos de ferro foram classificados pelo Plano da Rede Complementar ao Norte do Mondego, de 15 de Fevereiro de 1900, junto com um outro entre Guimarães e Cavez, onde se uniria à Linha do Tâmega.[12] Em 27 de Setembro de 1904, foi assinado um contrato para a construção dos troços entre Guimarães, Braga e Monção, e de Ponte da Barca a Viana do Castelo; após vários problemas, a concessão foi transferida para a empresa Canha & Formigal, que ordenou a realização dos projectos para estes caminhos de ferro, e que foram posteriormente aprovados.[16]


Na transição para o Século XX, ambas as Companhias do Porto à Póvoa e Famalicão e do Caminho de Ferro de Guimarães tinham conseguido obter dividendos para os seus capitais, estando por isso dispostas a novos projectos.[16] Em 1901, a Companhia da Póvoa voltou a pedir autorização para construir vários troços, incluindo um entre Famalicão e Guimarães, com carris sobre o leito das estradas, e outro entre Lousado e Mindelo, para ligar as duas linhas; nenhum dos pedidos voltou a não ser aceite, pelo que, em 1905, a Companhia apenas solicitou a construção dos outros dois troços, de Laundos a Fão, e de Modivas a Leça.[16] Desta forma, o Conselho Superior de Obras Públicas realizou um inquérito sobre estes pedidos, tendo-se chegado à conclusão que o troço entre Lousado e Mindelo seria suficientemente importante para também ser estudado.[16] Ao mesmo tempo, procurou-se revisar as situações jurídicas das Companhias da Póvoa e de Guimarães, uma vez que as suas concessões tinham sido com prazos indeterminados; com efeito, chegou-se à conclusão que a perpetuidade das suas concessões não seria exequível, e que o governo podia estabelecer prazos por meio de novas concessões.[16] Em 1908 e 1909, ambas as companhias pediram autorização para se fundirem com a empresa concessionária das linhas do Alto Minho, o que colocaria toda a rede de via métrica do Minho sob a gestão de uma só entidade; o troço entre Mindelo e Lousado asseguraria a ligação entre as redes, pelo que o inquérito autorizou a sua construção, o que não chegou a ser feito.[16]


A fusão foi autorizada, em princípio, por um despacho ministerial de 22 de Junho de 1909, que preconizava a construção do troço entre Mindelo e Lousado, a adaptação das vias da Linha da Póvoa para a bitola métrica, e o fim da via algaliada entre Lousado e Trofa; ao mesmo tempo, estabelecia os prazos para todas as concessões, após a fusão.[16][2] No entanto, esta lei estava sujeita a uma providência legislativa pendente, sobre a Ponte de Lanheses e uma alteração no futuro ponto de entroncamento da Linha do Lima, de Ponte da Barca para Arcos de Valdez.[16] Finalmente, todas as modificações foram confirmadas por uma Lei de 20 de Junho de 1912, que estabeleceu um prazo de 80 anos para as concessões.[17][16] No entanto, as empresas nunca chegaram a ser chamadas para assinar o contrato respectivo, embora elas tenham iniciado um processo de negociações, de forma a obterem os capitais necessários para procederem à fusão; infelizmente, quando já tinham quase alcançado esse objectivo, iniciou-se a Primeira Guerra Mundial, cujo impacto económico tornava inviável a fusão.[2] Uma lei de meios de 17 de Setembro de 1915 tentou melhorar a situação, ao facilitar a construção das vias férreas no leito das estradas, mas não chegou a entrar em vigor.[16]


Em resposta a vários pedidos de construção de linhas assentes sobre estrada, a Junta Consultiva de Caminhos de Ferro publicou um parecer em 20 de Fevereiro de 1920, onde reforçou a decisão de se alargar a via na Linha da Póvoa e de construir as linhas do Alto Minho, e preconizou que o Caminho de Ferro de Penafiel à Lixa e Entre-os-Rios também deveria ser incluído no conjunto de linhas a serem exploradas por uma só empresa; a ligação ao resto da rede de via métrica deveria ser feita por um ramal entre Lixa e Vizela.[16]


Em 5 de Julho de 1926, a Companhia da Póvoa pediu a construção e exploração de um caminho de ferro entre a Linha da Póvoa e a Trofa, na Linha de Guimarães; este troço, em via métrica, devia partir de um ponto entre a Senhora da Hora e Pedras Rubras.[12] Deveria, igualmente, ser construída uma variante entre Lousado e a Trofa, de forma a deixar de utilizar a plataforma de via da Linha do Minho naquele troço.[12] O Decreto 12:568, de 26 de Outubro de 1926, autorizou a construção do troço entre a Trofa e a Linha da Póvoa, desde que, entre outras condições, fosse realizada previamente a fusão das duas empresas, o troço entre Lousado e Trofa fosse passado para via própria, e que a bitola na Linha da Póvoa fosse alterada para 1 metro.[18] Este processo foi concretizado em 14 de Janeiro de 1927, formando a Companhia dos Caminhos de Ferro do Norte de Portugal.[2]



Troço entre Trofa e Senhora da Hora |




Estação de Castelo da Maia em construção.


O Decreto n.º 12.559, publicado em 27 de Outubro de 1926, considerou a Linha de Guimarães como uma das ligações prioritárias para a adaptação à tracção eléctrica.[19]


A linha entre a Senhora da Hora e Trofa foi construída pelo empreiteiro francês André Borie, que se celebrizou pela construção da linha internacional de Tende, de Cuneo a Nice.[20] Em finais de 1931, os trabalhos prosseguiam com grande actividade;[3] em 11 de Fevereiro do ano seguinte, a construção foi concluída, embora as obras só tenham sido oficialmente terminadas com uma cerimónia no dia 15, no qual o engenheiro Eduardo Plácido, presidente do conselho de administração da Companhia do Norte, apertou o último tirefond na então estação de Bougado.[21] A cerimónia oficial de inauguração deste troço e do Túnel da Trindade deu-se no dia 14 de Março, com a presença de várias individualidades do estado e dos caminhos de ferro, incluindo o presidente da república, Óscar Carmona, e vários embaixadores; a cerimónia começou com uma visita de comboio pelo interior do Túnel da Trindade, seguindo-se uma viagem a partir da Estação da Boavista até à Senhora da Hora, onde se fez a bênção da nova linha.[20] Depois de vários discursos, o comboio continuou viagem, parando no Apeadeiro de Araújo, nas Estações de Estação de Barreiros e de Castelo da Maia, no Apeadeiro de Muro, numa ponte sobre a estrada de Braga, onde foi descerrada uma lápide comemorativa, nas Estações de Trofa, Santo Tirso e Caniços, terminando finalmente em Guimarães; em seguida, regressou a Porto-Boavista, concluindo a viagem inaugural.[20] A cerimónia de inauguração foi rematada com um banquete oferecido por Eduardo Plácido no restaurante do Palácio de Cristal.[20]


Foi, igualmente, inaugurado novo material circulante, incluindo várias locomotivas da firma alemã Henschel & Sohn e carruagens da Officine ferroviarie meridionali, de Nápoles.[20]


A linha entre Senhora da Hora e Trofa entrou ao serviço em 15 de Março de 1932.[22] Este troço revestia-se de uma elevada importância, uma vez que era o único elo entre as redes de via estreita de Guimarães e do Porto.[22] As estações e apeadeiros originais deste troço foram Araújo, Barreiros, Mondim, Castelo da Maia, Muro e Bougado, e contava com serviços de passageiros, mercadorias, cães e bagagens, nos regimes de grande e pequena velocidades.[23]



Duplicação da Linha da Póvoa e abertura até à Trindade |





Porto-Trindade, antes da renovação.


Devido à abertura do novo troço até à Trofa, verificou-se um incremento no tráfego ferroviário a partir do ponto de entroncamento, na Senhora da Hora, e a cidade do Porto; desta forma, a via foi duplicada neste troço, estando esta obra já concluída em 1 de Janeiro de 1933.[13]


Um dos principais pontos fracos da Linha da Póvoa foi o facto de ter a sua estação principal do Porto na zona da Boavista, longe do centro da cidade; com efeito, na Década de 1930, calculava-se que o tempo de viagem desde o centro até à estação da Boavista fosse semelhante ao de uma viagem de comboio com cerca de 28 quilómetros.[13] Por outro lado, previa-se que a maior centralidade gerasse um aumento no tráfego urbano da Linha.[16] Desta forma, começou-se a planear a construção de uma nova interface ferroviária, mais próxima do coração da urbe.[13] Originalmente, a continuação da Linha até à Trindade tinha sido autorizada à Companhia do Caminho de Ferro do Porto à Póvoa e Famalicão em 20 de Janeiro de 1923,[16] com uma garantia de juro de 9%,[2] que foi, posteriormente, reduzida para 7,5%, pelo Decreto n.º 12988.[24]


No entanto, devido a vários problemas, a construção deste troço foi muito atrasada,[2] tendo as obras só tido início em 28 de Outubro de 1930.[3] A ligação à Trindade foi inaugurada em 30 de Outubro de 1938.[2] Este troço foi construído pelo empreiteiro espanhol Gonzalez Barros, que também trabalhou na Linha do Tâmega.[20]



A Linha na segunda metade do Século XX |


Em 1968, algumas estações desta linha usavam um sistema de exploração no qual, em certas horas de menor movimento, entravam em eclipse, ou seja, deixavam de ter influência sobre a circulação ferroviária, de forma a reduzir os custos com o pessoal.[25]


Em 1986, foi formado o Gabinete do Nó Ferroviário do Porto, que tinha como objectivo desenvolver as ligações ferroviárias à cidade do Porto e aos seus arredores.[26] Neste sentido, programou-se a duplicação e electrificação da via, remodelação de estações e apeadeiros e modernização da sinalização e telecomunicações nos troços de Ermesinde a Braga e de Lousado a Guimarães, sendo este último adaptado a via larga.[26] Em Janeiro de 1996 foi terminado o estudo prévio para a remodelação entre Lousado e Nine, e nesse ano já estavam em fase de conclusão os projectos de remodelação de Lousado a Santo Tirso e São Romão, esperando-se que as respectivas obras se iniciassem no último trimestre de 1996.[26] O objectivo destas obras era melhorar as condições de serviço dos comboios, possibilitando a criação de vários serviços suburbanos de passageiros, incluindo um semi-rápido cadenciado de São Bento a Braga, que passaria por Lousado.[27] Contudo, só na década de 2000 é que estas obras acabaram por se realizar.



Encerramento do troço entre Guimarães e Fafe |


Em 1986, o troço entre Guimarães e Fafe foi totalmente encerrado ao tráfego ferroviário.[4]



Século XXI |


Em 28 de Abril de 2001 foi encerrado o troço da Linha de Guimarães entre Porto-Trindade e a Senhora da Hora (troço comum com a Linha da Póvoa) seguido em 24 de Fevereiro de 2002 do encerramento do troço entre a Senhora da Hora e Trofa, para serem convertidos numa linha do Metro do Porto.[5] Com efeito, o canal por onde seguia a linha foi transferido da REFER para a Metro do Porto.[5]


Em 19 de Janeiro de 2004, o troço da Linha de Guimarães entre a Trofa, Lousado e Guimarães foi reaberto após a modernização, agora com bitola ibérica e eletrificado, a tempo do início do Euro 2004 (em Guimarães iam ser realizados alguns jogos daquele evento).[28][29] Após a reabertura, a operadora Caminhos de Ferro Portugueses iniciou a circulação dos comboios Intercidades até Guimarães.[30]


Já no caso do troço entre a Senhora da Hora e a Trofa, as obras de conversão em Metro do Porto acabaram por só avançar entre a Senhora da Hora e o ISMAI, troço que ficou concluído em Março de 2006, integrado na Linha C do Metro do Porto. Com efeito, desde 2002 que o troço da Linha de Guimarães entre o ISMAI e a Trofa se mantém sem qualquer tráfego ferroviário, pesado ou ligeiro, o que tem gerado descontentamento na região, principalmente depois de em 2010 a empresa Metro do Porto ter retirado do seu plano de atividades o prolongamento da Linha C desde o ISMAI até à Trofa.[5]


Em Janeiro de 2011, um agrupamento de utentes da Linha de Guimarães organizou uma petição, para propor à operadora Comboios de Portugal a criação de um serviço de comboios expresso, que efectuasse a ligação à cidade do Porto em cerca de 30 minutos.[31]



Ver também |






Unidade de Suburbanos do Grande Porto



(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços:
BSicon BHFq yellow.svg Aveiro •
BSicon fBHFq.svg Braga
BSicon uBHFq.svg Caíde/Marco •
BSicon BHFq.svg Guimarães















































































































































































































(g) Covas 









Unknown route-map component "STR+l"

Station on transverse track

Unknown route-map component "KBHFeq"


 Guimarães (g)

(g) Nespereira 









Station on track


 

(g) Vizela 









Station on track

Urban head station


 Caíde (d)

(b) Braga 









Unknown route-map component "fKBHFa"

Station on track

Urban straight track


 Pereirinhas (g)

(b) Ferreiros 









Unknown route-map component "fBHF"

Straight track

Urban station on track


 Meinedo (d)

(b) Mazagão 









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Station on track

Urban straight track


 Cuca (g)

(b) Aveleda 









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Straight track

Urban station on track


 Bustelo (d)

(b) Tadim 









Unknown route-map component "fBHF"

Station on track

Urban straight track


 Lordelo (g)

(b) Ruilhe 









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Straight track

Urban station on track


 Penafiel (d)

(b) Arentim 









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Station on track

Urban straight track


 Giesteira (g)

(b) Couto de Cambeses 









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Straight track

Urban station on track


 Paredes (d)

(m)(b) Nine 









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Station on track

Urban straight track


 Vila das Aves (g)

(m) Louro 









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Straight track

Urban station on track


 Oleiros (d)

(m) Mouquim 









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Station on track

Urban straight track


 Caniços (g)

(m) Famalicão 









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Straight track

Urban station on track


 Irivo (d)

(m) Barrimau 









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Station on track

Urban straight track


 Santo Tirso (g)

(m) Esmeriz 









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Urban station on track


 Cête (d)

(m)(g) Lousado 









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Unknown route-map component "BHF-R"

Urban station on track


 Parada (d)

(m) Trofa 









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Urban station on track


 Recarei-Sobreira (d)

(m) Portela 









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Urban station on track


 Trancoso (d)

(m) São Romão 









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Unknown route-map component "BHF-R"

Urban station on track


 Terronhas (d)

(m) São Frutuoso 









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Urban station on track


 S. Martinho do Campo (d)

(m) Leandro 









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Urban station on track


 Valongo (d)

(m) Travagem 









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Urban station on track


 Suzão (d)

(m)(d) Ermesinde 









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Urban straight track

Urban station on track


 Cabeda (d)

(m) Ág. Santas / Palm.ª 









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Unknown route-map component "uSTRr"


 

(m) Rio Tinto 









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Unknown route-map component "uBHF-R"

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Unknown route-map component "BS2+r_yellow"


 

(m) Contumil 









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Unknown route-map component "BHF yellow"


 General Torres (n)

(n)(m) Porto (Campanhã) 









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Unknown route-map component "BHF-R yellow"

Unknown route-map component "BHF yellow"


 Vila Nova de Gaia (n)

(m) Porto (São Bento) 









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 Coimbrões (n)

(n) Aveiro 









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 Madalena (n)

(n) Cacia 









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 Valadares (n)

(n) Canelas 









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 Francelos (n)

(n) Salreu 









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 Miramar (n)

(n) Estarreja 









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 Aguda (n)

(n) Avanca 









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 Granja (n)

(n) Válega 









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 Espinho (n)

(n) Ovar 









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 Silvalde (n)

(n) Carvalheira-Maceda 









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 Paramos (n)

(n) Cortegaça 











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 Esmoriz (n)




Linhas:
d Linha do Douro •
g Linha de Guimarães
b Ramal de Braga •
m Linha do Minho •
n Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04




  • História do transporte ferroviário em Portugal


Referências




  1. ↑ abcde «Portugal se Esfuerza en la Modernizacion de sus Ferrocarriles». Via Libre (em espanhol). 16 (191). Madrid: Red Nacional de Ferrocarriles Españoles. Dezembro de 1979. pp. 16, 17 


  2. ↑ abcdefghijklmno TORRES, Carlos Manitto (16 de Março de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 71 (1686). pp. 136, 137. Consultado em 13 de Novembro de 2013. 


  3. ↑ abcd «O Ano de 1931» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 45 (1057). 1 de Janeiro de 1932. 7 páginas. Consultado em 13 de Novembro de 2013. 


  4. ↑ abc REIS et al, p. 34


  5. ↑ abcd Silva, Samuel (14 de novembro de 2010). «O comboio foi-se há muito. O metro talvez nunca venha a chegar». Público. Consultado em 31 de maio de 2018. 


  6. ↑ TÃO, Manuel Margarido (2005). «Atrelagens: Uma Breve Abordagem Histórica». O Foguete. 4 (13). Entroncamento: Associação de Amigos do Museu Nacional Ferroviário. 38 páginas. ISSN 124550 Verifique |issn= (ajuda) 


  7. ↑ ab AMARO, Jaime (2005). «Automotoras Allan de Via Estreita - Meio Século de Existência». O Foguete. 4 (13). Entroncamento: Associação de Amigos do Museu Nacional Ferroviário. pp. 8, 10. ISSN 124550 Verifique |issn= (ajuda) 


  8. ↑ OJANGUREN, Arturo Sanchez; BONET, Antonio Cabrera (Maio de 1978). «El Ultimo Vapor de Portugal». Via Libre (em espanhol). 15 (172). Madrid: Gabinete de Información y Difusión de RENFE. 13 páginas  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)


  9. ↑ «FEVE 1600». Carril (em espanhol). 1 (1). Barcelona: Associació d'Amics del Ferrocarril-Barcelona. Setembro de 1982. pp. 16, 20 


  10. ↑ «El Ferrocarril del Tajuña». Maquetren (em espanhol). 5 (42). 1996. pp. 15, 18 


  11. ↑ «Los C. P. Abren "Secciones Museologicas" por toda la red lusitana». Via Libre (em espanhol). 17 (199). Madrid: Gabinete de Información y Difusión de RENFE. Agosto de 1980. 7 páginas 


  12. ↑ abcdefghijklmnopq «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 39 (933). 1 de Novembro de 1926. 326 páginas. Consultado em 1 de Julho de 2013. 


  13. ↑ abcd «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1932» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1081). 1 de Janeiro de 1933. pp. 11, 12. Consultado em 3 de Julho de 2013. 


  14. ↑ Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006, p. 12


  15. ↑ abcdef VARGAS, Manuel Francisco de (1 de Janeiro de 1902). «Repartição Geral» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 15 (337). pp. 2–5. Consultado em 18 de Junho de 2014. 


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  17. ↑ PORTUGAL. Lei sem número, de 20 de Junho de 1912. Ministério do Fomento - Secretaria Geral. Paços do Governo da República. Publicado no Diário da República n.º 149, Série I, de 27 de Junho de 1912


  18. ↑ PORTUGAL. Decreto n.º12:568, de 26 de Outubro de 1926. Direcção Geral de Caminhos de Ferro - Divisão Central e de Estudos. Publicado no Diário da República n.º 242, Série I, de 29 de Outubro de 1926


  19. ↑ PORTUGAL. Decreto n.º 12:559, de 20 de Outubro de 1926. Ministério do Comércio e Comunicações - Administração Geral dos Serviços Hidráulicos - Repartição dos Serviços Fluviais e Marítimos, Paços do Governo da República. Publicado no Diário do Governo n.º 240, Série I, de 27 de Outubro de 1926.


  20. ↑ abcdef «A Visita do Chefe de Estado ao Norte e a Inauguração do Túnel da Trindade e Linha da Senhora da Hora à Trofa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 45 (1062). 16 de Março de 1932. pp. 135, 143. Consultado em 5 de Julho de 2013. 


  21. ↑ «Companhia dos Caminhos de Ferro de Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 45 (1060). 16 de Fevereiro de 1932. 97 páginas. Consultado em 5 de Julho de 2013. 


  22. ↑ ab SOUSA, José Fernando de (1 de Janeiro de 1933). «Os Caminhos de Ferro em 1932» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1081). 8 páginas. Consultado em 3 de Junho de 2013. 


  23. ↑ «Viagens e Transportes» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 45 (1065). 1 de Maio de 1932. 218 páginas. Consultado em 3 de Julho de 2013. 


  24. ↑ PORTUGAL. Decreto n.º 12:988, de 23 de Dezembro de 1926. Direcção Geral de Caminhos de Ferro - Divisão Central e de Estudos. Paços do Governo da República. Publicado no Diário da República n.º 4, Série I, de 6 de Janeiro de 1927


  25. ↑ «Los Ferrocarriles Portugueses». Via Libre (em espanhol). 5 (58). Madrid: RENFE. 1 de Outubro de 1968. 23 páginas 


  26. ↑ abc MARTINS et al, p. 224-226


  27. ↑ MARTINS et al, p. 227


  28. ↑ «Nova linha ferroviária de Guimarães inaugurada amanhã». Público. 18 de Janeiro de 2004. Consultado em 17 de Dezembro de 2016. 


  29. ↑ REIS et al, p. 237


  30. ↑ REIS et al, p. 217


  31. ↑ ABREU, Carlos Rei (9 de Janeiro de 2011). «Comboios mais rápidos para o Porto». Jornal de Notícias. 123 (222). Controlinveste Media SGPS, S. A. 20 páginas. ISSN 0874-1352 




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Bibliografia |



  • Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. [S.l.]: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 2006. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 


Ligações externas |


  • Galeria de fotografias da Linha de Guimarães, no sítio electrónico Transportes XXI













































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